Nov
6
2009
O Confronto com a morte de alguém é sempre de profunda tristeza, mais profunda e amarga se torna essa tristeza quando a morte chega de forma brutal. Assumir a realidade da morte é sempre um processo penoso e difícil. O reconforto que tentamos dar a família parece ser sempre pequeno e insignificante, perante tamanha aflição. Quantos de nos já não quisemos ter o poder de dar a vida a alguém, voltar a ver o seu sorriso. Mas a realidade humana é mesmo assim fria e cruel de tal forma que nos deixa sem força nem razão. Não consigo aceitar a morte brutal de alguém que no auge da sua enérgica juventude, tudo fazia para ver os outros sorrir.
no comments | posted in 1
Oct
30
2009
Hoje celebra-se o momento da passagem de gestor público com responsabilidades num cantinho de Lisboa. O que fiz de bem e de mal no desempenho das funções que me confiaram ficará na minha memoria e o que não foi capaz de fazer na historia. Mas como já disse varias vezes eu não me vou embora, deixo apenas de ser Presidente de Junta de Freguesia, de resto lutarei sempre para que esta cidade seja uma cidade digna da sua luz e das suas gentes. Uma cidade que tem de ser gerida por um todo sem guerras partidárias. Tenho a certeza absoluta que Vasco Morgado Jr. é a pessoa certa para me substituir e cumprir um sonho de contruir Lisboa com as suas gentes e com a sua multiculturalidade, alias não conheço ninguem tão disponivel e capaz para o fazer. A todos os que me acopmpanharam nestes últimos oito anos, amanhã há mais cidade e eu vou discutila convosco.
no comments | posted in 1
Oct
28
2009
O título deste meu post, pode perfeitamente ser o título de um qualquer jornal Europeu dentro muito pouco tempo. Isto se não se tomarem medidas no que diz respeito a estratégia de segurança em Lisboa. Não é assim tão difícil como possa parecer basta querer.
Em primeiro lugar há que definir uma estratégia clara, objectiva e dinâmica do que se pretende, e depois colocar em prática. Para mim a segurança da cidade passa por um policiamento de proximidade de cariz preventivo, com uma pequena esquadra de apoio, informatizada, permitindo aos ”Agentes da Autoridade”, ter um conjunto de informações relevantes para a protecção de cidadãos individualmente e em conjunto.
Cidadãos e Policia devem com alguma periodicidade falar entre si, apurar comportamentos entre a comunidade e transmitir desconfianças ou movimentos estranhos a esta, sem dar palpites ao trabalho da Policia, que deve ser feito apenas pela Policia, o envolvimento dos cidadãos deve ser unicamente informativo.
As esquadras de Bairro devem ser mantidas nomeadamente nos Bairros onde a criminalidade oscila com frequência. A então que dar condições para que as mesmas se renovem, num cenário de crise económica todos sabemos que a criminalidade tem tendência para aumentar, por isso entendo que o próximo orçamento de estado deve contemplar uma verba significativa para a renovação ou substituição de pequenas esquadras em Lisboa.
Os Gestores Públicos queixam-se sempre da mesma coisa falta de “efectivos”, se é uma realidade a falta de “efectivos”, então a que planear com os que temos e deixarmo-nos de lamentações, dando condições de excelência para que possam produzir mais e melhor, porque hoje é possível exigir de um Policia muito mais do que a dez anos atrás, e como diz o povo as vezes mais vale poucos e bons, do que muitos e maus, e posso afirmar que neste momento os poucos que temos são muito bons.
As dinâmicas criam-se não se lamentam por isso ou se trabalha sobre este assunto e se define em seis meses o que queremos para a Segurança em Lisboa ou dentro de muito pouco tempo, Lisboa deixa de ser a mais segura cidade da Europa.
no comments | posted in 1
Oct
21
2009
A propósito deste bom exemplo, http://www.ruadebaixo.com/espaco-nimas-2.html.
Lisboa cidade cosmopolita, precisa cada vez mais de iniciativa cultural e de diversidade nas indústrias criativas. Aproveitar determinados locais, para fazer acontecer, deixar a cidade funcionar por si. As instituições públicas devem ter o papel de fomentar e criar oportunidades e deixar os privados agir por si, se existem espaços devolutos na cidade e sem função imediata, porque não colocar frente a frente empreendedores e proprietários. Ao longo dos tempos em cidades como Barcelona, Berlim, São Paulo e Porto, entre outras, este tipo de iniciativa tem colhido êxitos. Lisboa precisa de uma vida própria, a cultura não pode ser propriedade do estado ou do município e deve ser patrocinada e não subsidiada, porque no meu entender a cultura quando acontece tem e pode dar muitas coisas em troca a uma cidade e aos seus habitantes.
no comments | posted in 1
Oct
19
2009
Habituei-me a ver a cidade de Setúbal como um local de férias delicioso, entre a Serra da Arrábida e a Tróia, a minha família escolhia ano após ano este local de praia e serra para descontrair, tendo como base o facto de a maior parte da minha família materna se ter fixado em Setúbal. Um fenómeno vulgar no nosso país, nascidas no Alentejo as quatro irmãs de minha avó fixaram-se por ali, sendo a minha avó a única a aventurar-se a entrar por Lisboa a dentro conquistando a capital, da geração a seguir uns emigraram outros por ali ficaram.
Foi na Serra da Arrábida que despertei para os problemas ambientais, foi em Tróia que varias vezes me interroguei, porque é que este local não se torna num dos principais lugares do turismo de excelência do País? Hoje Tróia caminha para um exemplo do turismo de excelência e a Serra da Arrábida é mais respeitada. No entanto este fim-de-semana ao vaguear pelas ruas de Setúbal depois de um belíssimo choco frito. Chego a triste conclusão, que os agentes económicos e políticos não aproveitam o potencial da cidade, ruas cheias de gente, sem esplanadas, sem animação, sem nada, as pessoas passeiam-se junto ao mar apreciando a paisagem tranquila, na esperança de encontrar um golfinho a saltar. Os cafés abertos mais a frente na Praça Bocage têm um péssimo serviço e uma enorme falta de respeito pelo consumidor, tornando-se em autênticas máquinas de vender sem servir.
Parece-me a mim que é possível fazer melhor e que Setúbal merece mais. Importa salientar que o património esta cuidado, e que higiene urbana é das melhores deste imenso Portugal, mas só isso não chega, falta o resto, e o resto é criar riqueza, emprego, massa crítica de forma integrada e aprazível e em Setúbal isso é possível, não sei pelo que esperam os Setubalenses, nem entendo porque teimam em ser conhecidos pelo mais pobre conselho de Portugal quando tem tudo para inverter esta realidade.
no comments | posted in 1
Oct
16
2009
O PSD precisa de uma liderança forte, forte de carácter e de ideias. O PSD precisa de quem defina objectivos, de quem assuma uma linha de rumo para Portugal. Precisamos de saber o que pensa o PSD das Energias renovareis, em que região do país as vamos desenvolver? Quantos posto de trabalho criam ? Precisamos de saber o que pensa o PSD sobre o equilibro de poderes nos Hospitais entre médicos e gestores. Precisamos de saber o que pensa o PSD sobre o desemprego não qualificado e como valorizar as pessoas e inseri-las no tecido produtivo nacional. Em que industrias aposta o PSD? Que regiões são para o PSD verdadeiramente agrícolas? Quem merece mais ser apoiado, os que por mérito buscam o sucesso ou os que insistem teimosamente em manter o subsidio? Que pensa o PSD das Industrias Criativas, tem Portugal massa critica para apostar nestas industrias? Como pensa o PSD combater a solidão dos idosos e a pobreza encoberta? Que mecânicas e interacções deve ter Portugal para tratar melhor os seus idosos?
Quem for capaz de responder a estes questões de forma objectiva e traçar sobre elas uma linha de rumo, será garantidamente o próximo Presidente do PSD, mas se ninguém for capaz de o fazer o PSD corre o sério rico de se diluir lentamente no panorama politico Nacional, o que é muito mau para Portugal!
no comments | posted in 1
Aug
24
2009
Um mês foi quanto tempo fiquei longe do telemóvel, longe dos jornais e das conversas de café.
Numa rápida leitura ao que por cá se passou neste querido mês de Agosto, espanto-me com uma notícia vinculada pela “Lusa”, que diz no seu último parágrafo “… O presidente da Junta de São José, João Mesquita, é afastado, com a lista a ser liderada por Vasco Morgado.” (ver notícia na íntegra em: http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1337671).
Para que fique bem claro e porque acima de tudo ninguém me perguntou nada. A opção de não me candidatar à Junta de Freguesia de S. José é minha e por razões única e exclusivamente profissionais. Numa análise que fiz em primeiro lugar com a minha família e depois com os meu companheiros de partido, tomei esta decisão ainda no decorrer do mês de Junho, tendo comunicado a mesma ao Presidente da Distrital do PSD no dia 16 de Julho, que como é obvio a recebeu com alguma surpresa, pois estava plenamente convencido de que eu era candidato, aliás o assunto da minha candidatura estava já fechado, pela Direcção Distrital do PSD, a mesma tinha já sido votada e aprovada em reunião partidária. Em suma e apenas para que fique claro, eu não sou candidato a S. José por opção própria, que se prende com a minha carreira profissional e nada mais. Mas só isso, porque continuo politicamente activo, como Presidente do Núcleo do PSD de S. José não me demitirei de uma participação activa na Freguesia, e como cidadão estarei atento e intervirei sempre que entenda necessário, com a liberdade e a convicção de um Social-democrata, de tal forma que não farei qualquer discurso ou carta de despedida, eu continuo por cá, apenas com uma diferença, tenho uma carreira profissional para dar seguimento. Na política já perdi, já ganhei, agora vou contribuir de uma forma diferente, por uma LISBOA COM SENTIDO.
no comments | posted in 1
Jul
3
2009
Eis um cantinho de Portugal, com identidade própria, que se desenvolve na sequência de dinâmicas que a natureza impõe ou seja que tenta não crescer mal, pelo menos para já. No entanto é importante lançar alguns alertas para que não se tenha a tentação de cair nos mesmos erros de há vinte anos, em outras regiões de Portugal. Os Açores têm um potencial feroz para ser uma zona de turismo única no Mundo. Mas nada pode ser feito na lógica do lucro imediato. Devem as gerações vindouras gozar de um trabalho que tem de ser pensado agora, e construído no médio prazo. É para isso preciso pensar, envolver as gentes de dentro e de fora e registar o que terá mérito e viabilidade, só então se devem tomar opções. Tudo isto terá de acontecer numa fase de transição de políticas das instituições, e só terá sucesso se todos compreendera que o objectivo é criar mais qualidade de vida a quem habita as ilhas, e atrair gente que se apaixone pelo equilíbrio. Não é fácil, mas é possível.
no comments | posted in Uncategorized
Jun
23
2009
Faltam quatro semanas para o meu casamento. A razão porque me caso é religiosa, sem fundamentalismos mas religiosa. Porque vejo o compromisso matrimonial como um compromisso de fé. Para mim, o casamento é a união de um homem e de uma mulher que constroem em comunhão e em amor uma vida comum. Assente na fé que tenho em Deus.
Ter filhos é um desejo assente nessa mesma fé, que quero concretizar sobre os princípios cristãos. Construir uma vida assente na fé e no respeito pelos que queremos ao nosso lado até ao fim das nossas vidas é um compromisso que não pode ser interrompido a meio, tenho a noção do peso que tem nas nossas vidas o sentido de partilha, dos problemas, dos bons momentos, das tentações e fraquezas e da capacidade de perdoar. Na vida podemos tomar um conjunto de decisões mais ou menos importantes, mas a construção de uma família é um decisão única, irreversível, tem de ser tomada em consciência, pelo menos eu penso assim, a ver vamos como será.
1 comment | posted in Uncategorized
May
25
2009
O Diário Económico traz hoje um importante artigo sobre reabilitação urbana, sendo esta uma tendência do mercado, o DE apresenta um conjunto de programas de financiamento que permitem que os proprietários possam avançar com os seus projectos de reabilitação de uma forma mais equilibrada. No entanto estes programas não são novos todos eles têm seguramente mais de cinco anos, e a falta de conhecimento da maioria dos pequenos proprietários e o excesso de burocracia que as candidaturas a este programas têm, leva a que por vezes muitos nem se quer tentem iniciar qualquer tipo de candidatura. Era importante que todos os interessados nomeadamente as Câmaras Municipais aproveitassem esta tendência de mercado e avançassem com, uma forte campanha de informação e divulgação não só dos programas, mas como chegar aos mesmos. A ver vamos se Lisboa melhora…
no comments | posted in Uncategorized