O Porto, o meu Porto em festa tranquila.
Que magnifico foi ver, embora com o peso brutal da distância, e a lágrima no canto do olho que caracteriza o bom sentimentalão que sou, a festa de S. João sem as guerras e as ofensas que nos últimos anos estragaram parte da beleza e do encanto da noite de S. João. Fica uma grande saudade um aperto enorme no coração por não ter lançado o balão em casa do tio Quim, por não ter podido olhar para o sorriso da Mariana, ouvir as gargalhadas do Sérgio, pelas conversas com o Nuno, e pela vontade de estar olhos nos olhos com Porto. Faz parte do meu equilíbrio, faz parte de mim, e torna-se num sofrimento sempre que o Porto me chama e eu não posso. Por isso em breve terei de ir, ver o meu Porto, sentir a tranquilidade de uma cidade que me dá um enorme equilíbrio emocional.
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