Arquivo | 06. Set, 2005

Para ti Magda.

Bem sabes que o tempo não tem sido muito, por isso só agora te felicito perante os olhos do mundo.

Pelo teu feliz sorriso no completar 17 anos, pela demonstração de carinho e amizade que me tens demonstrado, pela força interior que transmites a cada momento que me olhas.

Ontem ao ver-te cantar ao lado do teu pai, que é provavelmente a melhor pessoa que conheci nos últimos tempos, e ao ver brilho nos olhos da mãe que é como sabes uma irmã para mim, segurei estoicamente a emoção, mas agora ao escrever-te estas palavras cai-me as lágrimas de emoção. Por tudo o que tenho vivido neste ultimo ano ao vosso lado, pela magia simples e invulgar de cada momento. Serás seguramente uma mulher enorme de coração e de capacidade intelectual, tens bebido tranquilamente todos os ensinamentos que a tua mãe te tem transmitido, sabendo mater sempre a tua própria personalidade. Ainda menina mas equilibrada tenho a certeza que és feliz. Saber esperar trabalhando arduamente para a concretização dos teus sonhos, é algo que sei que não te afronta difícil, por isso segue o teu caminho, e conta sempre comigo para o que precisares, nas horas mais difíceis estarei sempre lá.  

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Por amor…

Eis o que subitamente comecei a sentir por alguém, e que tão depressa não lhe poderei dizer olho nos olhos.

 

Maçã de Junho

És a estrela da alvorada e a madrugada junto ao cais
És tudo o que eu vejo em ti, és a alegria e muito mais
És a minha maçã de Junho, és o teu corpo e o meu
Amo-te mais que à vida, que a vida sem ti morreu
Amo-te mais que à vida, que a vida sem ti morreu

És a erva perfumada, debruada a girassóis
O trago do café quente nas manhãs entre lençóis
És a minha maçã de Junho e a minha noite de Verão
Anda, vem comigo, vamos, dá-me a tua mão
Anda, vem comigo, vamos, dá-me a tua mão

És o encontro na estrada, és a montanha e o pôr do sol
O vinho bebido em festa, és a papoila e o rouxinol
És a minha maçã de Junho e a minha estrela polar
Sem ti eu não tenho norte, sem ti eu não sei amar.
Sem ti eu não tenho norte, sem ti eu não sei amar.

De: Jorge Palma

 

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Enfim é o que temos…

Mais de um quinto da área ardida corresponde a zonas públicas.

 

 O Dr. Jorge Sampaio disse que o governo devia tomar medidas coercivas no que diz respeito a limpeza da floresta em Portugal, nomeadamente no que diz respeito aos privados. Ou seja os privados são displicentes e o governo tem de actuar. Foi precipitado, pouco prudente.

O Sr. Presidente da Republica por muito menos demitiu um governo. É certo que está no fim do mandato e diz o que quer e lhe apetece, mas bem que podia chamar a pedra o governo por não o ter alertado desta situação ou até ter-se informado melhor. Não o faz porque é conivente. Andamos todos a fazer trapalhada demais, Portugal assim não.

 

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