Arquivo | Dezembro, 2005

Aos leitores e comentadores do Blog, com as minhas desculpas.

Caros Amigos, nos últimos tempos têm surgido no meu blog alguns comentários pouco correctos relativamente a minha pessoa, não no seu conteúdo porque todos somos livres de pensar e dizer o que bem entendermos sobre os outros. Pelo menos eu sou assim digo o que tenho a dizer na cara das pessoas sem ter de me esconder num qual quer pseudónimo. Como tal e porque não tenho muita paciência para gente sem escrúpulos e muito menos para pobres de espírito, vejo-me obrigado a encerrar temporariamente os comentários directos aos meus posts. Mas como há um grupo de amigos que gosta de comentar alguns dos meus textos fica aqui um endereço de email para onde podem enviar os comentários que entenderem para que possa então publicar - joao.mesquita@gmail.com. Entretanto que fique bem claro que sempre que alguém deseje comentar algo da minha vida menos abonatória ou de interpretação semelhante, será obviamente publicado desde que se identifique o autor, mesmo que não corresponda a verdade tenho de respeitar a opinião a um determinado acto ou atitude minha, que a mim me pode parecer correcta mas para outros pode ser um crime. Agora quem quer ter este tipo de comportamento de confronto mostra o nome e atire as pedras directamente sem que corra o risco de ricochete.

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Só, sinto-me só.

Na solidão de um poder quase nulo, de um país sem rumo nem vontade,
Só numa constante luta com meu eu, com uma vontade enorme de vencer,
Só num cansaço rude e violento que me despe de protecção, e me tira anos de vida, e me deixa sem força
Só porque a pressa que tenho é maior que de todos,
 
Entro então no desespero, fico aqui quieto entro dentro de mim,
Calo-me, não consigo ouvir, e penso logo em fugir amargamente para longe,
Só como nunca, depois de ter conseguido tudo o que sempre quis,
De nada vale esta felicidade sem ter com quem a partilhar,
 
Fico então preso a mim mesmo, entrega ao frio do desespero,
Olho para trás e ninguém se aproxima, foi eu que os fiz fugir,
Porque tanta sorte? Porque tanto sonho realizado? Se apenas eu posso viver este momento,
 
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Opções do Plano 2006 Junta de Freguesia de S. José

Para que fique registado e para que me possam pedir satisfações, ficam aqui as Opções do Plano 2006. Um trabalho só possível com uma equipa cinco estrelas, cheia de vontade e muitas noites sem dormir. Abdicando das suas vidas pessoais e chegando mesmo a por em causa a o seu desempenho profissional nos seus locais de trabalho. Porque não se pode ser autarca em Portugal sem se ter uma actividade profissional.
Aqui estão horas de trabalho, de espírito de sacrifício, de serviço a comunidade. Não existe dinheiro que pague o esforço e a dedicação da equipa que tenho ao meu lado, e não fosse o espírito empreendedor de cada um dos que escolhi para estar ao meu lado nada mas nada disto seria possível.

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