Esplanadas na Avenida II

O Bloco de Esquerda votou contra esta recomendação, foi o único partido que assim o fez, a ver vamos o que isto quer dizer…

Grupo Municipal do PSD

 Assembleia Municipal de Lisboa

Recomendação Nº 10

 Fazer cidade não é apenas demolir, ou terminar simplesmente com os elementos ou usos com os quais não concordamos. Fazer cidade é perceber a cidade, cada zona da mesma e estudar a médio e longo prazo o que queremos dela. Caso contrario estamos a construir lugares sem expressão nem significado, estamos a descaracterizar espaços e a criar vazios sem sentido.

Estando a decorrer um conjunto de acções para em definitivo se executar o Plano de Urbanização da Avenida da Liberdade e Zona envolvente, com a perspectiva de tornar a Avenida da Liberdade uma zona mais vivida pelos cidadãos de Lisboa.

Tendo em conta as palavras do Sr. Vereador do Planeamento Estratégico e Urbanismo, que Lisboa precisa de mais esplanadas na cidade como fonte de vivencia da cidadania.

Não se encontrado razão aparente ou mesmo qualquer Plano de Cidade que justifique a atitude do executivo municipal em terminar definitivamente com os espaços de esplanada na Avenida da Liberdade, sem encontrar uma solução de modernização dos mesmos ou de estratégia futura para o equilíbrio da Avenida em contraste com outro tipo de oferta na área da restauração e lazer.

Tendo ainda em conta um conjunto de alertas da população, que vive e trabalha na Avenida da Liberdade.

 

 

Recomenda-se a Câmara Municipal de Lisboa que:

 

  1. Não termine com a esplanada existente junto ao elevador da Gloria, no passeio central da Avenida da Liberdade.
  2. Que encontre uma solução arquitectónica equilibrada que permite colocar a ocupação e exploração desta esplanada em concurso público com um nível de exigências adequado aos tempos.
  3. Que se envolva neste processo dentro dos termos legais o actual concessionado, com a intenção de o tratar com a dignidade merecida, não igualado aos que não cumpriram com a Câmara Municipal de Lisboa. 

 

Assembleia Municipal de Lisboa, 24 de Março de 2009

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